Páginas

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano



“Repudio qualquer ato de violência e rogo a oração das igrejas para que tenhamos paz”, disse o pastor.
por Michael Caceres



  • Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano
    Neste domingo (10) o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) que tem enfrentado duras críticas de movimentos gays por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) denunciou através de seu site pessoal uma tentativa de agressão durante um evento na igreja Catedral do Avivamento em Franca, interior de São Paulo.
    Movimentos LGBT organizaram uma manifestação na igreja ao qual Feliciano preside e tentaram invadir o local para constranger o parlamentar a desistir de sua vaga como presidente da CDHM. De acordo com relatos os ativistas tentaram agredir o pastor e pronunciavam palavras de baixo calão.
    “Não se contentando o movimento começou a ofender com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas filhas pequenas que choraram muito quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam”, relatou a assessoria.
    Após o tumulto o pastor teve que ser escoltado até seu carro, devido às tentativas de agressões por parte dos ativistas que são contra sua liderança no colegiado. Feliciano disse que denunciará as ameaças a Polícia Federal e solicitará proteção policial ao Governo.
    “Já estou com um dossiê pra entregar a policia Federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração!”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter.
    Hackers tentam invadir site e redes sociais
    Feliciano também denunciou as diversas tentativas de invadir seu site e suas contas nas redes sociais. O parlamentar afirmou que apresentará um dossiê a PF pedindo investigação, além de denunciar as tentativas de retirar sua fanpage do Facebook do ar. O deputado quer saber quem esta por trás desta mobilização e de onde saíram os recursos financeiros.

    “Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor



    Ciro Zibordi comenta críticas a Marco Feliciano
    por Jarbas Aragão

    “Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor “Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor
    Desde que foi aventada a possibilidade do deputado pastor Marco Feliciano assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, uma enxurrada de críticas contra ele tomaram conta da mídia brasileira.
    Diferentes frases ditas pelo pastor, trechos de vídeo, e inclusive processos que deveriam correr em segredo de justiça foram usados para desabonar a conduta pregressa do parlamentar. Ocorreram inclusive protestos dentro da própria igreja evangélica, que Feliciano acredita representar.
    O teólogo, autor e pastor Ciro Zibordi comentou a situação em seu blog neste sábado. Para ele “não foi por acaso que a ficou a cargo dos evangélicos. Deus pode ter permitido isso a fim de impedir que o movimento evangelicofóbico dê continuidade a seus maus intentos”.
    Embora reconheça que Feliciano no passado “deixou a desejar como pastor e pregador”, este seria um tempo de os evangélicos orarem por ele e estarem alerta para os planos dos que ele chama de “evangelicofóbicos”. Esse grupo seria “Formado por ativistas LGBTUVWXYZ, juristas, parlamentares e governantes laicistas, além de boa parte da grande mídia… movimento [que] deseja cumprir à risca a agenda liberal. Esta, que é mundial, conta com o apoio de ilustres governantes, como Barack Obama, e abarca a liberação do aborto e a destruição da família segundo o modelo esposado na Bíblia Sagrada”.
    Embora lembre das promessas bíblicas, enfatizando que os evangélicos não tem nada a temer, fez uma ressalva, considerando os últimos acontecimentos “querem calar os verdadeiros pregadores do Evangelho. E alguns desses inimigos da Palavra de Deus e dos bons costumes prometem até pegar em armas, se for necessário. Um desses evangelicofóbicos disse que vai lutar para destruir toda a influência do cristianismo sobre a sociedade brasileira”.
    Durante muitos anos a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara esteve na mão do Partido dos Trabalhadores. Sua presidência foi para o PSC, partido de Feliciano, após negociações com partidos aliados. Entre suas votações previstas estão questões relativas aos direitos dos homossexuais, o que gerou grande parte do protesto, uma vez que Feliciano é contrário ao casamento gay.

    Portas Abertas no Brasil mobiliza anualmente mais de 5.500 igrejas e 24 mil parceiros; Conheça mais sobre a história e trabalho da miss


    Portas Abertas no Brasil mobiliza anualmente mais de 5.500 igrejas e 24 mil parceiros; Conheça mais sobre a história e trabalho da missãoPor Tiago Chagas
    O ministério da Missão Portas Abertas no Brasil completará 35 anos de existência no próximo dia 1º de Maio, e as comemorações em torno da data já começaram, ressaltando o amplo trabalho desenvolvido nesse período.
    Douglas Monaco, ex-secretário geral da Portas Abertas no Brasil e atual auditor interno da Open Doors International, entidade que congrega e coordena as demais filias da missão no mundo, publicou no site da revista Ultimato um artigo sobre os 35 anos de atividade no Brasil.
    “Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas. No Brasil esse ministério comemora 35 anos! Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus. Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras”, resume o missionário.
    Monaco ressalta as dificuldades enfrentadas em 1978, quando a irmã Elmira Pasquini se propôs a estruturar uma filial da missão no Brasil. “O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados”, enumera.
    A extensão do trabalho da Missão Portas Abertas é relatada por Douglas Monaco, que frisa a mobilização que a igreja evangélica brasileira faz em torno do trabalho missionário: “Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha ‘Domingo da Igreja Perseguida’ mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro”, diz.
    Segundo Monaco, o resumo do trabalho da Missão Portas Abertas é a oferta de oportunidade para que cristãos sejam transformados e a igreja continue crescendo, sem fronteiras: “O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17”, pontua o auditor da Open Doors, que finaliza: “Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história”.
    Confira abaixo, a íntegra do artigo “Perseguidos, mas encorajados”, de Douglas Monaco, no site da Ultimato:
    Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas.  No Brasil esse ministério comemora 35 anos!
    Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus.  Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras.
    Em nosso 35º aniversário, celebre conosco mais um ano em defesa da causa dos irmãos perseguidos.
    Quando em 1977, irmã Elmira Pasquini levantou uma oferta para o Irmão André na primeira visita que ele fazia ao Brasil. Ela não tinha ideia das consequências daquele gesto. Ele disse a ela que o melhor destino para o dinheiro seria começar o escritório da “Open Doors International” (ODI) no Brasil.
    Ela fez o que ele instruiu e, meses depois, em 1º de maio de 1978, registrava-se a fundação da Missão Portas Abertas, afiliada da ODI, que durante um bom tempo funcionaria na casa da irmã Elmira. O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados. Há dois auditórios para a realização de eventos e, ao todo, o prédio alugado tem quatro andares com 550 m2 de área construída.
    Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha “Domingo da Igreja Perseguida” mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro.
    A lembrança daquele início em comparação com o presente faz pensar em duas coisas: transformação e relacionamento.
    Transformação
    As mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas nos últimos 35 anos, forçaram a ODI e a Missão a se renovarem. O trabalho de campo da ODI que, no começo, era só distribuição de Bíblias, adicionou treinamento, desenvolvimento socioeconômico e ações institucionais. A Missão foi se adaptando e engajando os parceiros brasileiros com essas atividades.
    Além do crescimento e das mudanças nos métodos, uma transformação mais fundamental vem ocorrendo: a consciência que a ODI e afiliadas vêm ganhando sobre a essência do ministério que realizam.
    O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17.
    Essa é a grande transformação e é com ela que todos nós estamos comprometidos.
    Relacionamento
    É fantástico o quanto de ensino há naqueles gestos da irmã Elmira e do Irmão André. Ela, querendo ajudar, fez o que qualquer de nós faria: uma doação.
    Ele, revelando o tipo de engajamento que o ministério quer, aceitou a doação, mas pediu algo mais: o relacionamento permanente. Afinal, como formar mais uma afiliada da ODI sem um relacionamento, no mínimo, duradouro?
    A irmã Elmira ficou profundamente honrada pelo pedido do Irmão André, fundou a Missão, recebeu-a na própria casa e, até hoje, é uma voluntária, mesmo aos 85 anos de idade. Ela captou a importância do relacionamento.
    E o exemplo dela nos serve de ensino: os irmãos perseguidos não querem nosso dinheiro, eles querem nossa atenção, nossa oração, nosso amor.
    Gratidão
    Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história.
    _________
    Douglas Monaco, atualmente auditor interno da Open Doors International, ocupou o cargo de Secretário Geral da Portas Abertas Brasil entre abril de 1990 e dezembro de 2009.
    Por Tiago Chagas, para o Gospel+

    Governo vai investigar distribuição indevida de “kit gay” em escolas públicas


    Por Dan Martins
    Governo vai investigar distribuição indevida de “kit gay” em escolas públicas Recentemente, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou a interrupção do envio do material conhecido como “kit gay” para escolas no norte e nordeste do país. Apesar de ter sido vetado pela presidente Dilma Rousseff, o material neste ano, chegou a ser remetido às Secretarias de Saúde nos estados.
    Padilha determinou também a abertura de um processo administrativo para identificar os responsáveis pelo envio de material conhecido como ‘kit gay’ a 13 estados das regiões Norte e Nordeste do país. O Ministério da Saúde já expediu ofícios às secretarias destes estados, determinando que o material não seja distribuído nas escolas; e começou a investigar de onde partiu a remessa do material.
    As revistas de histórias em quadrinhos (HQ), apresentadas como um suposto material informativo para prevenir a homofobia entro o público adolescente foram elaboradas em 2010 como parte do programa de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e AIDS. A informação sobre o envio das revistas para os serviços de combate a DST/AIDS e sobre o posterior veto do ministro Padilha foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo no último sábado (16).
    O material foi produzido durante a gestão de José Gomes Temporão, antecessor do ministro Padilha, segundo o qual o ministério já sabe que o envio aos 13 estados partiu do Departamento de DST/AIDS da pasta, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde.
    Por Dan Martins, para o Gospel+

    Rachel Sheherazade comenta manifestações contra Marco Feliciano



    Rachel Sheherazade defendeu que as opiniões pessoais do deputado evangélico não podem ser confundidas com suas ações de parlamentar
    por Leiliane Roberta Lopes



  • Rachel Sheherazade comenta manifestações contra Marco Feliciano Rachel Sheherazade comenta manifestações contra Marco Feliciano
    Ao comentar a notícia sobre os protestos que aconteceram nesta quarta-feira (20) durante a segunda sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), a jornalista Rachel Sheherazade defendeu a liberdade religiosa e de pensamento, como a própria Constituição Federal garante aos brasileiros.
    A apresentadora do SBT Brasil lembrou que a democracia garante tais direitos e que mesmo sendo o Brasil um estado laico, a liberdade de crença é dada ao cidadão e por isso deve ser respeitada.
    “Por mais polêmicas que sejam suas opiniões pessoais, não se pode confundir pastor com o parlamentar. Aliás, para ser um parlamentar é preciso primeiro respeitar o voto e aceitar seus resultados que nem sempre agradam a todos”, disse.
    Ao finalizar sua opinião sobre a polêmica, a jornalista ainda afirma: “Quem não estiver preparado para a democracia, que renuncie a ela”, encerra Raquel.
    No mesmo dia que manifestantes lotaram a sala da Câmara onde acontecia a sessão presidida por Marco Feliciano, os deputados que não concordaram com sua eleição apresentaram a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos como forma de protesto contra a eleição do deputado evangélico.
    Assista:

    Casamento gay é “um ataque destrutivo ao plano de Deus”, disse papa



    Quando era bispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio chegou a ir contra o governo argentino que legalizou a união entre pessoas do mesmo sexo
    por Leiliane Roberta Lopes

    A
    Em julho de 2010, quando atuava como arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio foi contra a decisão do Senado da Argentina que aprovava o casamento entre pessoas do mesmo sexo e disse que a união gay era “um ataque destrutivo ao plano de Deus”.
    Além de ser contra o casamento, Bergoglio também se posicionou contra a adoção de crianças por homossexuais e acabou sendo criticado pela presidente Cristina Kirchner.
    Ao saber sobre as declarações do religioso, Kirchner que estava na China respondeu dizendo que o arcebispo e outros religiosos estavam “nos tempos das cruzadas” enquanto o governo só estava olhando a realidade da sociedade argentina.
    Nascido na capital argentina em 17 de dezembro de 1936, Jorge Mario Bergoglio foi ordenado como sacerdote aos 32 anos e ordenado como bispo titular de Auca e auxiliar de Buenos Aires em 1992 pelo então papa João Paulo 2º.
    Sua nomeação como arcebispo também foi feita pelo papa falecido que em 2001 o recebeu como cardeal.
    Bergoglio é jesuíta e se formou como técnico químico antes de ir para o seminário de Vila Devoto, em Buenos Aires. Ele também estudou teologia em seu país e foi para a Espanha aprofundar seus conhecimentos na universidade Alcalá de Henares.

    “Rachel Sheherazade: A Musa e as Gaiolas”,


    Confira abaixo, a íntegra do artigo “Rachel Sheherazade: A Musa e as Gaiolas”, de Arthur Vivaqua:
    Conta-se a história do homem que foi à loja de animais escolher um passarinho.
    Chegando lá, um solícito vendedor lhe perguntou:
    - Qual é a sua espécie favorita?
    Carrancudo, o homem respondeu:
    - Qualquer uma, desde que não voe.
    Ao que o vendedor, intrigado, replicou:
    - Com todo o respeito, senhor, qual é o sentido de comprar um pássaro que não voa?
    - Com todo o respeito, amigo, mas se eu quisesse que ele voasse, por que o colocaria numa gaiola?
    ***
    Rachel Sheherazade contrariou o mundo ao decidir voar.
    Seria mais cômodo para todos -inclusive para ela – se não o fizesse, afinal de contas, gaiolas de ouro podem ser extremamente confortáveis.
    Rachel, porém, parece não se adequar a elas.
    Num texto publicado por este democrático RD1, Henrique Brinco, o autor, elege, em tom de ironia, Rachel como a “nova musa do conservadorismo brasileiro”.
    Fico a me perguntar se isso é algo ruim, como parece crer o autor.
    Afinal de contas, toda musa serve de inspiração para alguém. E há verbo mais belo do que “inspirar”?
    “Musa”, desde a Grécia Antiga, é a palavra que designa seres que trazem inspiração artística e científica.
    O templo das musas era chamado de Museion, palavra que deu origem ao termo “Museu”, local onde guardamos as mais preciosas lembranças de nossa História.
    Pois bem, Rachel é a musa de milhões deste país.
    Quanto a palavra “conservadorismo”, alguns ‘progressistas’ têm tentado transformá-la em palavrão.
    Não seria, porém, o mundo uma mescla de “renovações conservadas” e “conservatórios renovados”?
    Ora, conservar aquilo que é bom não faz mal!
    O pessoal das gaiolas, porém, continua bravo com Rachel.
    Utilizo, respeitosamente, trecho do texto de Henrique:
    “O fato é que Sheherazade não combina com a linha editorial do SBT, sempre marcada pelo entretenimento liberal e pela diversidade. Ela não é unanimidade por lá.”
    1° crime de Rachel -> Ter renovado a ‘linha editorial’ do SBT.
    2° crime de Rachel -> Não ser uma unanimidade.
    Alguém mais percebe a tesoura? Algum ser humano já alcançou essa tal ‘unanimidade’?
    Segure as asas, Rachel, pois o autor prossegue:
    Sheherazade já se mostrou conservadora nos comentários sobre a retirada de símbolos religiosos nas instituições públicas e nas cédulas do real e sobre a legalização do aborto (tema que, na minha visão, nenhum jornalista tem instrução suficiente para opinar)
    Pergunto: Só a opinião dos que têm ‘instrução suficiente’ importa? Estamos na democracia seletiva e ninguém me avisou?
    O aborto fala sobre a vida e a morte. Não cabe a nós, seres viventes e mortais, debater sobre ele?
    Ou será melhor delegar decisões que dizem respeito a nós e ao mundo que deixaremos aos nossos filhos aos “especialistas” do assunto?
    Ao fim de um texto linguisticamente impecável, Henrique Brinco afirma:
    Sheherazade fala o que a massa quer ouvir.
    Pode haver contradição maior do que esta?
    Se Rachel fosse “da massa”, textos como o de Henrique sequer seriam redigidos!
    Se Rachel falasse o que “a massa quer ouvir”, a patrulha da gaiola estaria perseguindo outros que não ela.
    Destacarei o período a seguir:
    Rachel é criticada porque incomoda, e incomoda porque critica.
    Em tempos de “politicamente correto”, ela opta apenas pelo que acha correto.
    Reflita comigo:
    É fácil ser contra Feliciano, afinal, todos os “bonzinhos” o são.
    É fácil ser a favor do aborto, afinal nossa própria presidenta o é.
    É fácil ser corintiano desde que o time ganhou do Chelsea.
    Mas Rachel (Ah, Rachel!) insiste em voar.
    E, ao ser tema de textos e teses, prova que seu voo não é vão.
    Rachel emite opiniões e, como todas, estas estão sujeitas a aplausos e vaias. O que uma democracia não aceita, porém, é que opiniões sejam tachadas de “atrasada” ou “errada” apenas por não seguir a pauta da moda.
    Louvo Rachel por sua coragem.
    Louvo também o SBT que, todos que escrevemos sobre TV sabemos, ainda é sinônimo de Silvio Santos. Ele certamente aprova que seus pássaros voem.
    Seu SBT Brasil ainda é, em diversos aspectos, um telejornal muito inferior aos concorrentes, mas, ao menos num quesito, ele os goleia: na quantidade de musas.
    1 x 0
    É para inspirar que nós, os que trabalham com ideias, estamos aqui.
    Você pode achar esse texto horrível ou fabuloso e, em ambos os casos, eu terei cumprido meu objetivo ao escrevê-lo.
    E, seja lá o que for que tenha achado, você não está “certo” nem “errado”. Você é apenas você.
    É assim com Rachel.
    Ela poderia dizer o que todos querem, mas insiste em dizer o que quer.
    Isso é liberdade. Isso é jornalismo. Isso é democracia. Isso é inspiração.
    Qualquer coisa diferente disso é mero cortar de asas…
    Por Tiago Chagas, para o Gospel+

    quarta-feira, 17 de julho de 2013

    O DÍZIMO É PRA NÓS,DA NOVA ALIANÇA, TB? É OBRIGATÓRIO,OU OPCIONAL?

    Vamos ver o q diz o escritor deste texto.

    “10 tópicos  a serem examinados,segundo o autor do texto ,SOBRE OS 10 POR CENTO DOS DÍZIMOS”

    Muitas igrejas insistem no ensino errôneo de que os dízimos ainda são obrigatórios mesmo para os cristãos que vivem debaixo da graça de Jesus Cristo, e se utilizam de argumentos que se tornaram verdadeiros mitos dentro da comunidade evangélica, porém como eles dizem que o dízimo é 10 por cento, vamos usar o mesmo princípio numérico e verificar biblicamente as 10 argumentações mentirosas mais difundidas a respeito do dízimo.

    1º – “O DÍZIMO FOI ORDENADO POR DEUS NO JARDIM DO ÉDEN, POIS A ÁRVORE DO CONHECIMENTO REPRESENTA O DÍZIMO”

    Na verdade, biblicamente o dízimo foi ordenado no monte sinai (levíticos 27:30-32; Números 18:21-24) e portanto, não foram instituidos no Jardim do Éden, pois sequer é mencionado que Adão e Eva receberam o mandamento de dizimar. A associação que muitos religiosos que insistem em receber dízimos fazem de que a árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2:9), pois não era permitido a Adão e Eva comer dela (Gênesis 2:17) portanto ela seria segundo eles um “símbolo” do dízimo, mas isso é uma associação esdrúxula, pois sequer há um texto bíblico que faça uma ligação entre essa árvore do Jardim do Éden e o dízimo da lei de moisés, sequer se diz que a árvore ocupava 10% do espaço do Jardim do Éden. Trata-se portanto de mais um argumento ridículo usado pelos líderes religiosos para levar o povo a acreditar que o dízimo não era somente obrigatório perante a lei de moisés.

    2º  – “O DÍZIMO SEMPRE FOI OBRIGATÓRIO MESMO ANTES DA LEI DE MOISÉS”
     
    O dízimo antes de sua ordenança no Sinai era voluntário, sendo mencionado apenas 2 vezes antes de se tornar obrigatório, Abraão deu uma única vez um dízimo do despojo de guerra quando resgatou seu sobrinho ló e jacó fez um voto a Deus (gênesis 14:17-20, gênesis 28:20-22)
    Pelas seguintes razões, Gênesis 14:20 não pode ser usado como exemplo para os cristãos dizimarem: 1º – A Bíblia não diz que Abraão deu obrigatoriamente esse dízimo. 2º – O dízimo de Abraão não foi um dízimo santo, da Terra Santa de Deus, produzido pelo povo santo de Deus. 3º – O dízimo de Abraão foi somente do despojo de guerra (hebreus 7:4). 4º – O dízimo de Abraão a Melquisedeque aconteceu apenas uma vez e Abraão mudava sempre de lugar. 5º – O dízimo de Abraão não proveio de sua riqueza pessoal. 6º – O dízimo de Abraão não é mencionado em nenhuma parte da Bíblia, seja no velho ou no novo testamento a fim de respaldar o ato de dizimar. 7º – Visto como nem Abraão nem Jacó tinham um sacerdócio levítico para manter, eles não tinham lugar algum onde entregar os dízimos, durante os seus muitos deslocamentos.
    No caso específico de Jacó, lemos o seguinte: “Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista,de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus;e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo” (Gênesis 28:20-22). O texto bíblico é claro, que Jacó fez um propósito particular (um voto) de que se Deus fosse favorável à ele, que ofereceria à Deus o dízimo. Não se vê também neste caso nenhuma ordem explicita de Deus ou algum sacerdote a mando Dele, para que Jacó dizimasse, e vemos que foi uma promessa de Jacó para Deus, não há relatos posteriores na Bíblia que ele tenha de fato dizimado, apenas se observa a sua promessa, seu compromisso de entregar o décimo de tudo que viesse a obter daquele momento em diante. Outra vez, não vemos na Bíblia nenhuma passagem em que vemos escrito que devemos dizimar como Jacó fez, portanto trata-se de mais uma mentira que os líderes criaram para tentar fazer parecer que os dízimos eram obrigatórios antes mesmo da lei de moisés.

    3º – “O DÍZIMO DOS ALIMENTOS DO VELHO TESTAMENTO FOI SUBSTITUÍDO POR DÍZIMO DO DINHEIRO NOS DIAS ATUAIS” 

    Não há um versículo na biblia informando que dízimo obrigatório da lei de moisés possa ser ouro, prata, moeda, dinheiro, etc. Dízimo sempre foi apenas alimento do campo vegetal ou animal (levíticos 27:30 e 32) mesmo quando havia metais preciosos como moeda corrente. Abraão no seu tempo comprou uma sepultura para sua esposa por 400 ciclos de prata (gênesis 23:16)
    Embora já existisse dinheiro, a substância do dízimo divino jamais foi dinheiro. Ele era o “dízimo do alimento”. Isso é muito importante. Os verdadeiros dízimos bíblicos eram sempre somente o alimento proveniente das fazendas e rebanhos, somente dos israelitas que vivessem exclusivamente dentro da Terra Santa de Deus, as fronteiras nacionais de Israel. A fartura provinha de Deus e não da manufatura ou habilidade do homem.
    Existem 15 versículos de 11 capítulos e 8 livros, de Levítico 27 a Lucas 11, que descrevem o conteúdo do dízimo. E o conteúdo jamais, repito, jamais incluía dinheiro, prata, ouro ou qualquer outra coisa, além de alimento. Mesmo assim, a definição incorreta de “dizimar” é a maior mentira que está sendo pregada sobre esse ato, hoje em dia. (Veja Levítico 27:30,32; Números 18:27,28; Deuteronômio 12:17; 14:22, 23, 26; 2 Crônicas 31:5; Neemias 10:37; 13:5; Malaquias 3:10; Mateus 23:23 e Lucas 11:42).
    Não se observa portanto em toda a bíblia, alguém entregando dízimo em dinheiro, pois dízimo era décima parte dos alimentos ( agropecuários ou agrícolas ), e jamais foi entregue em dinheiro. E o dinheiro já era corrente nos tempos bíblicos, pois o próprio moisés que recebeu a lei para o povo lidou com dinheiro: “Então, Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que excederam os que foram resgatados pelos levitas.Dos primogênitos dos filhos de Israel tomou o dinheiro, mil trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário. E deu Moisés o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés” (Números 3:49-51)
    Mais uma prova de que o dízimos sempre foram alimentos podem ser vista nessa passagem bíblica: “DOS DÍZIMOS NÃO COMI no meu luto e deles nada tirei estando imundo, nem deles dei para a casa de algum morto; obedeci à voz do SENHOR, meu Deus; segundo tudo o que me ordenaste, tenho feito” (Deuteronômio 26:14)
    Portanto, mais uma mentira dos líderes que ensinam sobre a obrigatoriedade dos dízimos é revelada, quando dizem que nos tempos bíblicos dízimos eram entregues em alimentos porque dinheiro ainda não existia, mas abraão e até moisés lidavam com dinheiro, e mesmo assim na obrigatoriedade da lei de moisés nunca se pagava dízimos em dinheiro, pois dízimo sempre foi a décima parte dos alimentos, do campo e animais, e nada tem a ver com a exigência de entrega de 10% do dinheiro que os cristãos recebem para esses líderes que ensinam erradamente sobre dízimos. Dízimo nunca foi pago em dinheiro, apenas em alimentos. Se o seu pastor ou líder insistir em dizer que pode ser pago em dinheiro exija que ele mostre alguém dizimando em dinheiro na bíblia, pois dinheiro já existia e era usado naquela época.

    4º  – “O DÍZIMO FOI DADO POR DEUS AOS LEVITAS DA VELHA ALIANÇA E HOJE OS PASTORES DA NOVA ALIANÇA SUBSTITUIRAM ESSES LEVITAS PORTANTO DEVEM RECEBER DÍZIMOS”

    O dízimo foi dado aos levitas, mas para que eles fizessem todo o trabalho da tenda da congregação (Números 18:21-23). Se hoje os membros leigos fazem mais de 90 % do trabalho e os pastores recebem todo o dízimo isso não é biblico, é humano. Na igreja primitiva de atos, um levita, chamado josé de sobrenome barnabé dava ofertas ao invés de receber dízimos dos apóstolos e membros da igreja cristã: “José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho de exortação, LEVITA, natural de Chipre, como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos” (atos 4:36-37) Portanto fica evidente que com a mudança do sacerdócio mudou a lei: “Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei” (hebreus 7:12)
    Na economia hebraica, o dízimo era usado de maneira totalmente diferente da que hoje é pregada. Mais uma vez, os levitas que recebiam o dízimo inteiro nem sequer eram ministros ou sacerdotes – eles eram apenas servos dos sacerdotes. Números 3 descreve os levitas como sendo carpinteiros, fundidores de metal, artesãos de couro e artistas, que mantinham o pequeno santuário. E 2Crônicas 23-27, durante o tempo dos reis Davi e Salomão, os levitas também foram peritos artesãos, os quais inspecionavam as obras do Templo. Vinte e quatro mil deles trabalhavam no Templo como construtores e supervisores; seis mil eram oficiais e juízes; quatro mil eram guardas e quatro mil eram músicos. Como representantes políticos do rei, os levitas usavam o seu dízimo para servir aos oficiais, juízes, coletores de impostos, tesoureiros, guardas do Templo, músicos, padeiros, cantores e soldados profissionais (1Crônicas 12:23,26; 27:5). É obvio que esses exemplos do uso bíblico da entrada do dízimo nunca se tornam exemplos para a igreja de hoje. É importante saber que na Antiga Aliança os dízimos nunca eram usados para evangelizar os não israelitas. Neste ponto o dízimo falhou. Vejam Hebreus 7:12-19. Os dízimos jamais estimularam os levitas e sacerdotes da Antiga Aliança a estabelecer uma única missão fora do país, para encorajar um só gentio a se tornar israelita (Êxodo 23:32; 34:12,15; Deuteronômio 7:2). O dízimo da Antiga Aliança era motivado e exigido por lei, não pelo amor. De fato, durante a maior parte da história de Israel, os profetas foram os principais portadores da Palavra de Deus e não os levitas e os sacerdotes que recebiam o dízimo.O falso ensino é que os anciãos e pastores da Nova Aliança estão simplesmente continuando de onde os sacerdotes da Antiga Aliança deixaram e por isso devem receber o dízimo. A função e o propósito dos sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos, não pelos anciãos e pastores, mas pelo sacerdócio de todos os crentes. Como outras ordenanças da Lei, o dízimo foi apenas uma sombra temporária, até a vinda de Cristo (Efésios 2:14-16; Colossenses 2:13-17; Hebreus 10:1). Na Nova Aliança cada crente é um sacerdote de Deus (1 Pedro 2:9-10; Apocalipse 1:6; 5:10). E como sacerdote cada crente oferece sacrifícios a Deus (Hebreus 4:16; 10:19-22; 13:15-16). Então, cada ordenança que havia sido previamente aplicada ao antigo sacerdócio foi anulada no Calvário. Visto não pertencer à Tribo de Levi, até mesmo Jesus Cristo foi desqualificado. Desse modo, o propósito original de dizimar já não existe (Hebreus 7:12-19; Gálatas 3:19, 24, 25; 2Coríntios 3:10).

    Portanto, não há nenhum mandamento no novo mandamento do cristão entregar os dízimos aos pastores, pois o dízimo somente podia ser recebido pelos levitas: “Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm mandamento de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora tenham estes descendido de Abraão” (hebreus 7:5), e os levitas só existiam na velha aliança da lei de moisés, pastores não são substitutos deles pois são ministros de Deus (I Coríntios 4:1) e nem sequer é ordenado que se deva entregar dízimos em favor da obra de Deus, pois ela é sustentada pelas ofertas voluntárias (2Coríntios 9:7).

    5º– “O DÍZIMO RECEBIDO É SOMENTE PARA USO DOS PASTORES”

    Biblicamente, o dízimo pertencia aos levitas (números 18:21-23), mas também para se fazer um festival ao Senhor (deuteronômio.14:22-27) e a cada terceiro ano, para os levitas, órfãos, viúvas e estrangeiros, os quais comiam o dízimo ajuntado dentro das suas portas (deuteronômio14:28-29). Se ofertas e dízimos eram sagrados ao Senhor e não podiam ser comidos por pessoas comuns neste caso Deus abre um exceção, visto que para ele misericórdia é melhor que sacrificio (Oséias 6:6; Mateus 12:7), a vida dos carentes é preciosa ao senhor (veja um exemplo disso em Lucas 6:1-10)
    Portanto mais uma vez, é biblicamente demonstrado que os dízimos recebidos pelos levitas não eram de uso exclusivo deles… os necessitados ( órfãos, viúvas e os de fora de israel ), também se beneficiavam dos dízimos dos alimentos recebidos pelos levitas. Essa conversa de que só os pastores e líderes religiosos podem hoje usufruir dos dízimos não encontra respaldo bíblico. Trata-se de mais uma doutrina de homem.

    6º – “CRISTÃO QUE NÃO DÁ O DÍZIMO SERÁ VITIMA DO “DEVORADOR

    Se você é evangélico provavelmente já deve ter ouvido alguém falar a respeito do devorador. Muitas igrejas pregam a respeito desse ser. Mas o que os líderes religiosos gananciosos não fazem é mostrar aos membros que a admoestação de Malaquias é dirigida somente à nação de Israel, e não aos cristãos de hoje que não dizimam:
    “Sentença pronunciada pelo Senhor CONTRA ISRAEL contra Israel, por intermédio de Malaquias” (Malaquias 1:1)
    se destina especificamente, aos SACERDOTES CORRUPTOS:
    Agora, ó sacerdotes, para vós outros é este mandamento.Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei sobre vós a maldição e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque vós não propondes isso no coração” ( Malaquias 2:1-2)
    Eles estavam ofertando ANIMAIS coxos, cegos mudos, e defeituosos:
    “Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e ainda perguntais: Em que te havemos profanado? Nisto, que pensais: A mesa do SENHOR é desprezível. Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? – diz o SENHOR dos Exércitos.” (Malaquias1:7-8)
    Quanto a Malaquias 3, notamos que Deus manda trazer somente “DÍZIMOS” para as câmaras do depósito do templo, para que haja “comida” ( alimento, ou mantimento ) em minha casa. Isto é , mantimento = produtos alimentares (ver dicionário da língua portuguesa)
    O texto mais famoso citado para falar a respeito do devorador é Malaquias 3:11, que diz: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.” Esse texto é a continuação de Malaquias 3:10, o tão famoso texto que fala a respeito de dízimos no Antigo Testamento. os líderes gananciosos dizem que o “devorador” mencionado nesse texto é um demônio que destrói as finanças daqueles que não dão os 10%, ou seja, que não são dizimistas. As pessoas que pregam nessa linha trazem ameaças de destruição financeira aos seus ouvintes se os mesmos não forem dizimistas fiéis.
    O DEVORADOR É MESMO UM DEMÔNIO? A resposta é não! Os que afirmam que esse devorador citado no texto é um demônio, no mínimo, faltaram em algumas aulas de interpretação da Bíblia. A primeira coisa a sabermos é que no Antigo Testamento, a aliança que vigorava era uma aliança baseada na obediência. Se o povo fosse obediente às leis de Deus seriam abençoados. Essas bênçãos eram visivelmente mandadas em forma de paz e boas colheitas e prosperidade. Se fossem desobedientes, seriam amaldiçoados. Falta de paz e colheitas ruins estavam em vista aqui. (Deuteronômio 28). Em uma das ameaças de maldições em suas colheitas, que Deus manda ao povo através do profeta Joel, vemos que: “O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor.” (Joel 1:4). Uma maldição que tinha em vista a destruição da lavoura.
    O texto de Malaquias 3:11 diz a mesma coisa: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.”. Esse devorador certamente se tratava de um tipo de gafanhoto altamente destrutivo ou outro “bicho” que acabava com as plantações (que eram a base da economia do povo de Israel). A ação devastadora desse “ser” acabava com a prosperidade do povo em pouco tempo atacando suas lavouras. Quando o povo era obediente a Deus e cumpria a Sua lei, que no caso desse texto é a lei de dizimar, Deus abençoava suas colheitas e negócios. Esse é o sentido desse texto. Assim, não faz sentido usar esse texto para afirmar que o devorador era um demônio ou coisa parecida. Nem faz sentido ameaçar as pessoas hoje em dia com esse “devorador”
    “repreenderei o devorador” Versículo 11 (Não é dinheiro que faz isto, é o próprio Deus)
    Devorador, segundo a bíblia, nunca foi demônio, e sim, gafanhotos, que Deus enviava como pragas a terra para castigar o povo, e estes gafanhotos, Deus os chamavam de “O meu grande exercito” (Joel 2:22-27) …”repreenderei o devorador ” significa… espantarei a praga do meio da vossa plantação (gafanhotos), veja também Levítico 11:22 e Naum 3:16.
    Os líderes gananciosos que ensinam que esses “devoradores” são demônios que irão causar doenças na família, o carro vai viver quebrando etc, aproveitam o desconhecimento dos cristãos do verdadeiro devorador ao qual Malaquias se refere, o gafanhoto que devorava as colheitas da nação de israel. Não há confirmação nenhuma no novo testamento de que quem não dizima será vitima desse “devorador”… quando um ladrão quer tomar o dinheiro de uma pessoa, ele a ameaça, pois se pedir provavelmente a vítima não entregará o seu dinheiro, e por conta disso o ladrão usa o recurso da ameaça, para forçá-la, da mesma forma agem esses pastores que insistem em receber dízimos pois usam um texto fora de seu real contexto para ameaçar dizendo que o mesmo “devorador” que viria sobre a nação de israel se não dizimasse virá para aqueles que não entregam seus dízimos a eles.Trata-se portanto de mais um ensino distorcido da bíblia para forçar os cristãos que não estudam a bíblia a dizimarem.
    Hoje em dia, a classe mais pobre é a que mais contribui para beneficência. E, mesmo assim, ela permanece na pobreza. Os dízimos não são uma garantia para alguém enriquecer depressa, em vez da educação, da determinação e do árduo trabalho. Se Malaquias 3:10 funcionasse realmente com os cristãos da Nova Aliança, nesse caso milhões de cristãos dizimistas já teriam escapado da pobreza e se tornado o grupo mais rico do mundo, em vez de continuar sendo pobre. Portanto, não existe evidência alguma de que a vasta maioria dos pobres “pagadores do dízimo” tenha sido abençoada pelo mero fato de o entregar. As bênçãos da Antiga Aliança já não estão em efeito (Hebreus 7:18-19; 8:6-8,13).

    Portanto, não há nenhuma possibilidade de um cristão ser vítima do “devorador” (demônio) por causa de não ser dizimista, pois nenhuma maldição da antiga aliança pode atingir aos cristãos da nova aliança em Jesus ( gálatas 3:13..."Nos resgatou da maldição da lei")

    7º – O DÍZIMO SERVE PARA MANTER A IGREJA FÍSICA HOJE, POIS ELA SUBSTITUIU O TEMPLO JUDAÍCO ONDE SE ENTREGAVAM OS DÍZIMOS.

    Nada poderia estar mais longe da verdade. Trata-se de outro falso ensino os religiosos que exigem dízimos de que os edifícios chamados “igrejas”, “tabernáculos” ou “templos”, substituíram o Templo do Velho Testamento como locais de habitação divina.

    A Palavra de Deus jamais descreve os grupos da Nova Aliança como ”tabernáculos”, “templos” ou “edifícios”. Os cristãos não “vão à igreja”. Eles se “reúnem para adorar”. Também, visto que os sacerdotes do Velho Testamento pagavam o dízimo, então, logicamente, o dízimo não pode continuar. Nesse caso, é errado chamar um edifício de “armazém do Senhor” para receber os dízimos (1 Coríntios 3:16-17; 6:19-20; Efésios 1:22-23; 2:21; 4:12-16; Apocalipse 3:12). Com respeito à palavra “armazém” comparem a 1 Coríntios 16:2 com a 2 Coríntios 12:14 e Atos 20:17, 32-35. Durante vários séculos após o Calvário, os cristãos nem mesmo possuíam um edifício próprio (que chamassem de armazém), visto como o Cristianismo era uma religião ilegal e sofria perseguições.

    Após o sacrifício de Jesus, o véu do santuário se rasgou: “E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo” (Marcos 15:38) e hoje, cada cristão é um santuário onde habita o Espírito Santo: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (I Coríntios 3:16) Não há sequer um Templo ou santuário físico para que os cristãos levem os dízimos pois: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas” (Atos 17:24). Jesus sequer fundou uma igreja física, pois a verdadeira igreja é espiritual.
    1. Que autoridade nos dá a Palavra de Deus para estabelecermos igrejas denominacionais ou não denominacionais em meio ao testemunho cristão, quando as Escrituras condenam a criação de divisões entre os crentes? (1 Coríntios 1:10; 3:3; 11:18-19)
    2. Com que autoridade vinda de Deus os cristãos denominam suas assim chamadas “igrejas” como Presbiteriana, Batista, Pentecostal, Aliança, Cristã Reformada, Anglicana etc., quando não há na Bíblia instruções para nos reunirmos em qualquer outro nome além do nome do Senhor Jesus Cristo? (Mateus 18:20; 1 Coríntios 5:4)
    3. Será que existe qualquer base na Palavra de Deus para chamar esses edifícios de “igrejas”? A definição bíblica de “igreja” é de uma reunião de crentes que, pelo evangelho, foram chamados para fora, tanto dentre os judeus como dentre os gentios, e são unidos em um único corpo a Cristo, sua Cabeça no céu, pela habitação do Espírito Santo. (Atos 11:22; 15:14; 20:28; Romanos 16:5; 1 Coríntios 1:2; Efésios 5:25)
    4. Onde há no Novo Testamento uma referência mandando os Cristãos construírem templos e chamarem esses locais de “Cada de Deus”, sendo que Deus não habita em templos feito por mãos humanas? (Atos 7:48 e 17:24).
    Dizer que os dízimos são necessários para manter a igreja e sustentar os pastores e líderes não tem fundamentação bíblica neotestamentária, O apóstolo Paulo estava entre os que insistiam em trabalhar com as próprias mãos pelo seu sustento (Atos 18:3; 1Tessalonicenses 2:9-10; 2Tessalonicenses 3:8-14). Embora ele não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por Deus, para difusão do Evangelho. (1 Coríntios 9:12). De fato, duas vezes em Atos 20:29, 35 e também em 2 Coríntios 12:14, ele até mesmo encoraja os anciãos da igreja a trabalharem para manter os necessitados da igreja (Eu só queria ver um dos pastores atuais trabalhando para ajudar os pobres da igreja!).
    Para Paulo, a expressão “viver do evangelho” significava “viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça” (1 Coríntios 9:14). Conquanto verificasse ter “direito” a alguma ajuda, ele concluía que a “liberdade” de pregar o seu evangelho era mais importante, a fim de cumprir a sua vocação de Deus (1 Coríntios 9:15; 11:7-13; 12:13,14; 1 Tessalonicenses 2:5-6). Enquanto trabalhava como artesão de tendas (atos 18:3), Paulo aceitou uma certa ajuda, porém se gloriava de que o seu pagamento ou salário era o fato de poder pregar livremente, sem se tornar um fardo para os outros (1 Coríntios 9:16-19).
    Em nenhum lugar desde Atos 7:58 (onde Paulo é mencionado pela primeira vez) até suas epístolas, não vemos o apóstolo Paulo orientando alguém a dizimar nem recebendo dízimos dos cristãos, portanto uma prova clara que a igreja primitiva não tinha o dízimo como uma doutrina cristã e inquestionável como se vê hoje nessas igrejas que dizem seguir fielmente as Escrituras.
    Paulo deixou claro que os que pregavam o evangelho tinham todo o direito de serem supridos com as ajudas e doações voluntárias dos cristãos (I Coríntios 9:11 e 14, Filipenses 4:18 ), mas nunca disse que seria dos dízimos! Sequer há mandamento seja do Senhor Jesus ou de seus apóstolos dos cristãos entregarem seus dízimos nos “templos” que hoje conhecemos como igreja, pois Jesus nunca fundou uma igreja física, nem ordenou que se fizessem construções para ali os seus seguidores se reunirem! Se o dízimo fosse tão necessário e importante como esses líderes gananciosos querem fazer parecer, teria o apóstolo Paulo esquecido de mencionar algo tão importante? obviamente que não, pois ele é categórico ao dizer: ” jamais deixando de vos anunciar coisa alguma proveitosa e de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa” e ” porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus” (atos 20:20 e 27)… ou seja, tudo que era necessário ele, Paulo, ensinou e o Apóstolo Paulo nunca incentivou ou ensinou os cristãos a dizimarem!
    Portanto comprovadamente os dízimos não são obrigatórios serem entregues, muito menos nas igrejas físicas de hoje.

    8º  – “DAR OFERTAS, MESMO ACIMA DE 10% DA SUA RENDA, NÃO TEM O MESMO VALOR ESPIRITUAL, POIS QUEM NÃO DÁ O DÍZIMO ROUBA A DEUS E NÃO SERÁ SALVO POIS ESTÁ DEBAIXO DE MALDIÇÃO”

    Tanto a bênção como a maldição de Malaquias 3:9-11, perduraram somente até o término da antiga Aliança, ou seja, até o Calvário. A audiência de Malaquias havia voluntariamente reafirmado a Antiga Aliança (Neemias 10:28-29. “Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém” (Deuteronômio 27:26, citado em Gálatas 3:10). E Jesus Cristo deu um fim a essa maldição, conforme Gálatas 3:13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”. Portanto nenhuma maldição proveniente da não observância da lei de moisés (e o dízimo pertencia a ela) atinge aos cristãos. Mas os lideres gananciosos que recebem dízimos escondem isso dos membros.
    Mas não é porque o Cristão não seja mais obrigado a dizimar que ele esteja isento de ajudar na propagação do evangelho e em favor dos necessitados pois: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2coríntios 9:7).
    Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia; porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade.Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários” (2coríntios 8:1-3) Essa era a prática da igreja de Deus que Cristo estabeleceu.
    Os princípios de dar no Novo Testamento, na 2Coríntios capítulos 8 e 9 são superiores ao dizimar, que não é obrigatório aos cristãos.

    Os seguintes princípios de dar voluntariamente na Nova Aliança estão fundamentados na 2 Coríntios 8 e 9 (1). Dar é uma “graça”. A 2 Coríntios 8 usa oito vezes a palavra “graça”, referindo-se à ajuda aos santos pobres (2). Dar primeiro a Deus (8:5). (3) Dar-se a si mesmo para conhecer a vontade de Deus (8:5) (4) Dar em resposta ao dom de Cristo (8:9 e 9:15). (5) Dar com desejo sincero (8:8, 10, 12 e 9:7) (6) Não dar por causa de mandamento algum (8:8,10; 9:7). (7) Dar além de sua capacidade (8:3, 11, 12) (8) Dar para produzir igualdade. Isso quer dizer que os que têm mais devem dar mais, a fim de suprir a incapacidade dos que não podem dar mais (8:12,14) (9) Dar com alegria (8:2). (10) Dar porque está crescendo espiritualmente (8:3,4,7). (11) Dar porque deseja crescer espiritualmente (9:8, 10, 11). (12) Dar porque está ouvindo o Evangelho ser pregado (9:13).

    9º  – “JESUS MANDOU OS CRISTÃOS DAREM O DÍZIMO NO NOVO TESTAMENTO”

    O falso ensino é que Jesus ensinou a dizimar, em Mateus 23:23, dizendo que isso está claro no Novo Testamento.
    Em primeiro lugar, A Nova Aliança (o novo testamento) não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte (Gálatas 3:19, 24, 25; 4:4). O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário. Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23:23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário.
    Não existe um único texto do Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário. (Atos 2:42-47 e 4:32-35 não são exemplos para se dizimar, a fim de sustentar os líderes da igreja). Conforme Atos 2:46, os cristãos judeus continuavam a adorar no Templo. E conforme Atos 2:44 e 4:33,34, os líderes da igreja compartilhavam igualmente o que recebiam com todos os membros da igreja (o que hoje os líderes gananciosos que recebem dízimos não fazem).
    Aliás, Jesus sequer é mencionado dizimando ou recebendo dízimos… e porque os líderes gananciosos pedem dízimos em nome de Jesus sendo que o próprio Jesus disse: “em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas;pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados” (Marcos 16:17-18)… Ele nunca disse ” em meu nome receberão dízimos…”
    Portanto comprovadamente mais uma mentira desses homens que se dizem ordenados por Deus a exigirem dízimos dos cristãos incautos foi desmascarada! Jesus nunca ordenou que os seus discípulos e futuros apóstolos recolhessem dízimos… e porque esses líderes acham que podem fazer diferente? Bem o Senhor Jesus profetizou sobre esses tipos: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (Mateus 7:15)

    10º – “JESUS RECEBE DÍZIMOS DOS CRISTÃOS CONFORME HEBREUS 7:8″

    O início do capítulo 7 de hebreus é apenas citação do Antigo Testamento, onde fala do sacerdócio de Melquisedeque. Em Hebreus 7:5 diz: ” E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão”
    A lei foi dada por intermédio de Moisés, ao povo, direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações ( montagem e desmontagem de tendas no deserto), os quais tinham ordem, segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11 e 12:
    Hebreus 7:11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se ao Salvador) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).
    Hebreus 7:12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei.
    Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra assegura que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei (Hebreus 7:5), Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei (Hebreus 7:11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7:12), porque se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (pelo qual o povo recebeu a lei), qual a necessidade de que enviasse outro Sacerdote? Mudou o Sacerdócio, necessariamente se faz mudança na Lei.
    A lei dos dízimos foI direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio e não havendo mais “Levitas”, nem “templo”, nem sacerdote a oferecer sacrifícios, pois O Salvador já o fez, logo,se aplicada aos crentes hoje, ela torna-se intempestiva e ilegítima, porque os “pastores” de hoje não são levitas nem foram proibidos de trabalhar, nem menos tiveram promessas de herança de dízimos para sustento por não ter tido herança nas distribução de terras prometidas ao povo israelita por herança.
    Outra particularidade, no capítulo 18 do livro de Números, o Senhor Deus adverte aos sacerdotes levitas dizendo:" Na sua terra, possessão nenhuma terás, e no meio deles nenhuma parte possuirás; eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos filhos de Israel."
    Gostaria de recomendar aos pregadores contemporâneos (os que querem se assemelhar aos sacerdotes levitas que recebiam dízimos), seria bom que guardassem os mandamentos do Senhor para aquela tribo, os quais não possuíam bens materiais, pois o Senhor era a herança dos sacerdotes levitas.

    Recapitulando: Hebreus 7 apenas faz a menção pós-Calvário de dizimar, numa explanação de porque o sacerdócio levítico deve ser substituído pelo sacerdócio de Cristo, porque o sacerdócio levítico era fraco e ineficiente. Estude Hebreus 7 e sigam a progressão do versículo 5 ao versículo 12 e ao versículo 19.
    Porém, líderes gananciosos insistem em apenas mostrar hebreus 7:8 aos membros, onde segundo eles, Jesus receberia dízimos dos cristãos: “Aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive” (hebreus 7:8)
    Apenas mostrando esse versículo isoladamente aos membros desavisados, querem dar a entender que esse versículo manda os cristãos ainda dizimarem, sem ler todo o real contexto do capítulo 7 de hebreus.
    Portanto hebreus 7:8 não fala de Jesus recebendo ainda dízimos dos cristãos, pois o contexto do capítulo 7 de hebreus fala na verdade da superioridade do sacerdócio de melquisedeque em relação ao levítico que era sustentado pelos dízimos. Cristãos não tem o mandamento bíblico de dizimarem.

    Considerações finais:
    Em Hebreus 7,8,9 e 10, neste 4 capítulos deixa bem claro a questão do sacerdócio perfeito, que, quando mudado o sacerdote Levítico, veio o Cristo, e mudando o sacerdócio se muda a lei ( Hebreus 7:12 ) portanto, notamos, que no novo testamento, não há ninguém dando dizimos em dinheiro, sendo que já existia, porque, Jesus foi traído por moedas, e a viúva ofertou moedas, mas dízimos, foi mencionado em alimentos, hortaliças ( Mateus 23.23 ) jamais em dinheiro, e o próprio Senhor Jesus, relatou que o dízimo era da lei para o povo de Israel , …”o mais importante DA LEI “. (Mateus 23:23)

    Paulo não mencionou dízimos, nem outro apóstolo qualquer deixou exemplo de tal prática. Em Corintios 9, Paulo pede donativos para suprir necessitados e não para manter despesas de instituições religiosas. Em Atos 4:32 em diante, notamos a generosidade dos irmãos,vendendo tudo e depositando aos pés dos apóstolos, para que se fosse feita DISTRIBUIÇÃO AOS NECESSITADOS, de forma a não haver necessitados entre eles ( esta é a justiça que excede a dos fariseus religiosos que apenas punham seus dízimos das hortaliças e achavam que estava, cumprindo sua parte) em Mateus 23:23 e Lucas 18:12. Tal prática dos fariseus, mostra religiosidade e eles não praticavam a fé, de fato, que , quem diz que dizimar é um ato de fé, é engano, porque os fariseus dizimavam , mas não praticavam a fé. O jovem rico, não foi indicado por JESUS a dizimar, e sim, vender e REPARTIR com os pobres. Jó nunca dizimou, e mesmo assim era próspero.
    Abraão só deu o dízimo uma só vez, e não foi em dinheiro, foi despojos, sobras de conquistas de guerra, dizimo de sangue, após matar os reis e tomar seus bens.
    Jacó prometeu dar o dízimo, ( um voto particular dele ) em Gênesis 28:20-22 , mas a bíblia não fala que ele cumpriu…
    Abraão não foi a “suposta” casa do tesouro ( igreja ) mas Melquisedeque lhe saiu ao encontro para receber sua parte, devido ser rei de Salém e receber por que passava em tal parte, imposto semelhante ao que Jesus nos ensinou a pagar a César (Mateus 22:21). Isto é, JESUS mandou sermos fiéis ao estado e não sonegar impostos.
    Os cobradores de impostos ao se converter, restituíram 4 vezes mais aos que haviam defraudado, e foi nisto que Jesus afirmou: “hoje houve salvação nesta casa” (Lucas 19:9)Repare que o Salvador não o mandou dar dízimos.Todas as vezes que você quiser dar algo á Deus, e restituir a Deus com gratidão, faça isto dando ao seu próximo, pois assim,estará cumprindo a palavra na íntegra, conforme Mateus 25 deixa bem claro esta questão.
    No sétimo ano, Israel, não trazia dízimos, devido ser o ano sabático,a terra descansava (Levítico 25:4) Mas e será que a igreja atual faz isto? Fica sem receber dizimos no sétimo ano?
    O DÍZIMO era vendido POR DINHEIRO,devido a distância de levar onde o Senhor escolhera, para santificar seu nome, e o próprio dizimista COMIA DOS SEUS DÍZIMOS, administrava o dízimo, hoje em dia quem come dos dízimos são os pastores, que administram os dízimos, dando ordem quê e no que será empregado os dízimos do povo. Estes ditos “sacerdotes” ( pastores) não são levíticos, nem exercem função sacerdotal superior a qualquer irmão que seja, e muito menos têm eles o direito de administrar o dízimo pessoal de cada um.
    Quanto a sacerdotes, sabemos todos nós somos, depois de Cristo nos fazer um sacerdócio real, nação santa , povo eleito de DEUS, passamos a ter livre acesso ao Pai através de CRISTO que , na sua morte, o que nos separava foi rasgado do alto abaixo, a saber o véu que separava o lugar santo,( local onde entravam os sacerdotes) do lugar santíssimo (onde só entrava o sumo sacerdote 1 vez por ano para pferecer acrificio pelo pecado do povo).
    Paulo recebeu muitas vezes ajuda da igreja, mas era para se manter, e não era salário mensal como se estivesse numa empresa. Paulo trabalhava (atos 18:3) , e em nada pesava os irmãos e a igreja.
    Se Paulo disse: “sede meus imitadores como eu sou de Cristo”, será que nesta parte, os pastores que exigem dízimos imitam à Paulo? Vemos Jesus ou Paulo recolhendo ou ensinando sobre dízimos?Em 2Coríntios 9:9, Paulo cita o salmo 112:9, onde fala da generosidade com os mais pobres: “Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre”. (2 Coríntios 9:9)
    Nada falou de dízimos em dinheiro, e sim, contribuições voluntárias , para “suprir” os que não tem, algo que, é totalmente visto por Deus. Paulo faz uma coleta para “DISTRIBUIR”, hoje em dia se faz uma distribuição (de envelopes) para ajuntar, não para os pobres, mas, para os cofres de uma instituição, que se preocupa mais com a posição social, status, templos, fama, nome, competição, horários de TV, rádios, sites, eventos, shows, viagens, lazer para líderes, carrões, mansões, aviões, e ainda se diz que é expansão da obra de Deus…
    Cada dia os patrimônios religiosos estão ainda maiores, e o evangelho mais distante do que a igreja primitiva pregava e vivia, tudo por causa de dinheiro. A biblia fala para não reter e sim dar. Será que a igreja faz isto? Ou antes retém,para construir seu império e se fortalecer mais e mais, visando dominar a maior parte possível do globo terrestre, e arrebanhar o maior número de pessoas possível, como se tudo fosse uma partida de competição: “Quem tiver mais membros é o vencedor”
    Paulo afirma: “Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2Coríntios 2:17)
    Deus abençoe a todos que leram este estudo e que o Espírito Santo tenha conduzido a leitura e o entendimento para compreender que dízimos não são mais obrigatórios.
    “Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2Pedro 3:18)   Obs: Aqui termina a opinião do autor do texto.


    Minha opinião,  by  GIL WANDRO.
                                                    "Penso q  o dízimo deve ser voluntário,o mais expontãneo possível .Uma coisa do servo com SEU SENHOR.Sou contra aquela "Lista de Schilinder" ,lista nazista,diabólica,da morte,q é pregada em algumas paredes de igrejas ,com nomes de dizimistas,já pra intimidar os q ñ são, e forçar pessoas, contrangendo-as.. Por quê? Porque faz parte de um jogo sujo vindo de homens.Tal lista não é de Deus e nunca foi.Émais fácil ela ter ligação com Hitler,do q com Jesus. A igreja dita de Cristo, AO INVÉS DE FICAR DISPUTANDO QUEM FAZ A FESTA MAIOR OU MAIS BONITA,E DEPOIS VER COM PRAZER, QUAL DEPARTAMENTO GASTOU MAIS,QUEM TROUXE O PREGADOR MAIS CARO, O CANTOR MAIS CARO,FAZENDO FESTAS CUJA PRIORIDADE Ñ É ALMAS,ao invés de gastar com coisas supéfluas,tem q sair é das 4 paredes e ver o q é q dá pra fazer pelo  mendigo, o morador de rua, os drogados e outros miseráveis mais NA NOSSA  CIDADE.

    Vou bater na tecla de novo: DEZ SALÁRIOS NO MÁXIMO PRA PASTOR PRESIDENTE AQUI NA NOSSA CIDADE,e que passa de 15 dias viajando a interesse da Convenção,mas nós é q pagamos,SEM MORDOMIAS.A nossa moeda atual está bastante forte. Se o mano não gostar,ele vá cultivar mandioca,q tal?

    sexta-feira, 5 de julho de 2013

    " GLOBO MANDA 183 MILHÕES ÀS ILHAS VIRGENS,HOJE DÉBITO COM RECEITA É DE 615 MILHÕES.

    Alvo de protestos sociais, Globo se recusa a explicar indícios de sonegação de impostos

    Documentos indicam que empresa tem dívida de ao menos R$ 615 milhões com a Receita. Emissora diz ter quitado débitos, mas não mostra comprovante. Fisco mantém sigilo. MP aguarda informações
    04/07/2013

    Tadeu Breda,

    1. A Globo Comunicação e Participações, um dos braços da corporação midiática da família Marinho, negou-se na segunda-feira (1°) a responder às perguntas da Rede Brasil Atual sobre as denúncias de que estaria carregando, desde 2002, uma dívida de R$ 183 milhões com a Receita Federal. Corrigido para valores atuais, e somados às multas e juros por sonegação de impostos, os débitos da empresa com o Fisco alcançariam mais de R$ 1 bilhão. Em 2006, quando a Receita concluiu processo de investigação tributária contra a emissora, esse montante já havia ascendido a R$ 615 milhões.
    Na tentativa de esclarecer a história, revelada pelo blog O Cafezinho, do jornalista carioca Miguel do Rosário, a reportagem entrou em contato com a CDN Comunicação, empresa que presta serviço de assessoria de imprensa para a emissora. "A Globo Comunicação e Participações esclarece que não existe nenhuma pendência tributária da empresa com a Receita Federal referente à aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de Futebol de 2002", disse, em nota. "Os impostos devidos foram integralmente pagos."
    De acordo com os documentos revelados pelo blog, porém, "foi constatado que a TV Globo Ltda. adquiriu direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002 – o que ensejaria a tributação pelo imposto de renda na fonte – disfarçados sob a forma de investimentos em participações societárias no exterior". O relatório da Receita Federal continua, detalhando que a empresa da família Marinho teria recorrido a um paraíso fiscal para "omitir declaração ou prestar informação falsa às autoridades fazendárias", o que configuraria crime contra a ordem tributária.
    "A TV Globo, para não recolher imposto de renda na fonte devido pelo pagamento, ao exterior, em razão da aquisição do direito de transmissão, por meio de televisão, de competições desportivas, adquire, em aparência, uma pessoa jurídica com sede nas Ilhas Virgens Britânicas", revela o documento. "No entanto, menos de um ano depois, a sociedade é dissolvida e seu patrimônio vertido para que a TV Globo obtivesse a licença que a permitiria transmitir os jogos da Copa do Mundo de 2002, que foi o que, em verdade, acontecera".


    Versões
    Apesar de negar a existência de dívidas com a Receita Federal, a emissora reconhece a existência da investigação tributária. "Todos os procedimentos de aquisição dos direitos pela TV Globo deram-se de acordo com as legislações aplicáveis, segundo nosso entendimento. Houve entendimento diferente por parte do Fisco. Este entendimento é passível de discussão, como permite a lei, mas a empresa acabou optando pelo pagamento."
    Essa mesma versão já havia sido publicada pelo portal de notícias UOL no último sábado (29). Porém, no domingo (30) o blog O Cafezinho trouxe novas evidências que contradiriam a nota oficial da Globo: um link da Receita Federal por meio do qual é possível consultar processos em curso na instituição. Ao inserirmos o número do processo contra a Globo, aparece a mensagem de que a situação está "em trânsito". De acordo com Miguel do Rosário, blogueiro autor da acusação, isso significaria que a dívida não foi paga.
    A reportagem pediu ainda que a Globo se posicionasse sobre as "novas evidências" divulgadas pelo blog – ou seja, a de que o pagamento ainda não fora registrado pelo sistema da Receita. Finalmente, questionamos se a empresa estaria disposta a mostrar o comprovante do pagamento. "A Globo só tem mesmo essas informações que eu te passei. Não daremos mais esclarecimentos sobre o assunto", respondeu, por telefone, o assessor responsável.

    Autoridades
    Junto à Procuradoria da República no Rio de Janeiro, a Rede Brasil Atual soube que a investigação da Receita Federal sobre os supostos crimes tributários cometidos pela Globo fora iniciada a pedido do Ministério Público Federal (MPF) entre 2005 e 2006. O procurador responsável, que preferiu não conversar com a imprensa, não se lembra exatamente da data em que encaminhou ofício ao Fisco, mas revelou, por meio de assessoria, que tomou a iniciativa após inteirar-se das irregularidades fiscais da emissora durante uma audiência de justiça.
    "Atualmente, o MPF acompanha a tramitação interna do caso na Receita Federal e encaminhou ofícios para a Receita pedindo informações sobre o pagamento integral da dívida", afirmou a instituição, em nota. Apenas quando estiver munido dessas informações é que o procurador fará declarações à imprensa. Caso o pagamento tenha sido realmente efetivado, o MPF adianta que não caberá instauração de inquérito criminal, uma vez que a infração se acaba imediatamente após a quitação da dívida.
    O Ministério das Comunicações foi questionado pela reportagem sobre as supostas dívidas tributárias da Globo, uma vez que a emissora opera uma concessão pública do Estado brasileiro. "No momento da renovação da concessão, que para emissoras de TV ocorre a cada 15 anos, as empresas de radiodifusão precisam comprovar que estão regulares junto à Receita Federal", argumentou, em nota, informando que a concessão da Globo foi renovada em 30 de abril de 2008. "Caso seja constatada a existência de pendências no momento da renovação, o Ministério das Comunicações adotará medidas cabíveis."
    Procurada pela Rede Brasil Atual, a Receita Federal negou-se a prestar qualquer informação sobre o caso, alegando que todos os processos sobre irregularidades tributárias tramitam sob sigilo fiscal. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), que nos últimos 12 anos repassou ao menos R$ 5,86 bilhões em verbas publicitárias oficiais à emissora da família Marinho, também foi questionada sobre as dívidas tributárias da Globo. Contudo, não enviou nenhuma resposta.
    "Se pagou, então mostra o Darf", sugere. O Documento de Arrecadação de Receitas Federais, o Darf, é um demonstrativo que comprova o pagamento de dívidas tributárias das empresas brasileiras com a União.
    Por isso, a Rede Brasil Atual insistiu em acionar a CDN Comunicação uma segunda vez para pedir um posicionamento da Globo diante dos novos fatos. Se a Globo efetivamente pagou suas dívidas com a Receita, como atesta a nota, requisitamos informações sobre o valor desse pagamento. Quanto foi desembolsado pela emissora: R$ 183 milhões? R$ 615 milhões? Mais de R$ 1 bilhão?

    Protestos
    Na quarta-feira (3), o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé realizou em conjunto com movimentos sociais um protesto em frente à sede da emissora, no Rio de Janeiro. Batizada como "Ocupe a Rede Globo", a manifestação foi divulgada pelas redes sociais e contou com a participação de aproximadamente mil pessoas. Dois fatos motivaram a convocatória, de acordo com os organizadores.
    "Nesse clima de manifestações que tomou o país, tínhamos visto necessidade de fazer assembleia popular de rua para discutir a democratização das comunicações no Brasil", explica Theófilo Rodrigues, um dos coordenadores do Barão de Itararé na capital fluminense. "Escolhemos a sede da Globo como local simbólico para demonstrar a necessidade de um projeto de lei que institua um novo marco regulatório da mídia."
    Outra razão para o protesto, continua Rodrigues, são os crimes contra a ordem tributária cometidos pela emissora. "Estamos protocolando pedido de investigação no Ministério Público", anuncia. "É muito grave assistir a uma concessão pública sonegando quantias tão grandes de impostos. Porém, o maior problema não é a sonegação fiscal em si, mas a sonegação de informações constantemente praticada pela emissora."
    A ideia de uma manifestação semelhante na sede da Globo em São Paulo também havia sido ventilada durante a assembleia popular realizada na terça-feira passada (25), na Avenida Paulista. Os organizadores, no entanto, resolveram adiar o protesto para o próximo dia 11, mesma data escolhida pelas centrais sindicais para uma grande mobilização nacional. A CUT é uma das entidades que integram o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).
    "Em vez do protesto na Globo, faremos, na quarta (3), uma série de aulas públicas no vão do Masp para discutir a cobertura midiática das manifestações e como ela acabou influenciando no processo de mobilização", explicou Pedro Ekman, membro do Coletivo Brasil de Comunicação Intervozes, na última segunda-feira (1º). "Faremos ainda uma manifestação-relâmpago
    sobre regulamentação do novo marco civil. O problema não é só econômico, ou seja, a forma como grandes empresas de mídia obtêm vantagens financeiras em função de seu poderio: é um problema de democracia, de monopólio do discurso. É uma questão política".
    Foto: Reprodução/Vermelho